Médico confirma boa saúde de Trump, com ressalvas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está em “excelente estado de saúde”, de acordo com um memorando divulgado pelo médico da Casa Branca na sexta-feira. O documento destaca que Trump apresenta “forte função cardíaca, pulmonar, neurológica e física geral” e está “totalmente apto a desempenhar todas as funções de comandante-em-chefe e chefe de Estado”. Essa avaliação médica visa tranquilizar a opinião pública e os mercados globais sobre a estabilidade política do país, especialmente em um momento em que a saúde do presidente é monitorada de perto.
O memorando, assinado pelo Dr. Sean Barbabella, médico de Trump, revela que o presidente de 79 anos apresenta um “leve inchaço na parte inferior da perna, com melhora em relação ao ano passado”. Esse inchaço é descrito como uma condição benigna. Além disso, o documento menciona a presença de hematomas nas mãos, classificados como “comuns” e “benignos”, associados ao “aperto de mão frequente no contexto do uso de aspirina para prevenção cardiovascular”. Essas informações foram tornadas públicas após a visita de Trump ao Walter Reed National Military Medical Center na terça-feira, sua terceira visita ao hospital em 13 meses.
A visita ao hospital gerou atenção redobrada, especialmente após fotos revelarem, em 2020, tornozelos inchados, mãos machucadas e manchas no pescoço do presidente. Na ocasião, a Casa Branca teve que detalhar publicamente diversas condições de saúde de Trump. A avaliação médica atual visa reforçar a ideia de que o presidente está apto para exercer suas funções, apesar das questões levantadas sobre sua saúde.
O presidente declarou, após a visita ao hospital, que “tudo foi verificado perfeitamente”. A divulgação do memorando médico tem o objetivo de trazer tranquilidade, não apenas para a população americana, mas também para os mercados globais, que acompanham de perto a saúde e a estabilidade política dos Estados Unidos. A saúde do presidente é um fator crítico, dada a influência que pode ter na economia e na política internacional. Com essa declaração, o médico da Casa Branca reforça o compromisso com a transparência em relação à saúde de Trump, embora com limites, diante das questões de privacidade.